Por quê investir nas redes sociais?

Porque a empresa precisa estar onde cliente está e o brasileiro está nas redes sociais: dados comScore de 2015 afirmam que 45% da população brasileira está online acessando conteúdo via computador ou mobile.

O brasileiro é líder no tempo gasto em redes sociais, com média de 60% a mais do que o restante do planeta. A média de permanência do brasileiro por visita é de 21.2 minutos (média mensal de 9.7 horas).

Outra pesquisa de 2016 aponta que 91.7% das empresas brasileiras já estão presentes nas redes sociais. O Facebook é a rede mais escolhida pela maioria das empresas.

Além de promover, o marketing digital nas redes sociais fideliza clientes, permitindo a manutenção e o crescimento da empresa, a curto, médio e longo prazo.

Produção de conteúdo exclusivo agrega valor à marca: com linguagem adequada, clareza, objetividade — além da escolha assertiva da rede para divulgação — gera engajamento, criando um canal de relacionamento que pode informar, entreter e ensinar.

Relacionamento assertivo com o cliente via mídias sociais: cria uma percepção positiva do público a respeito da marca, gerando mídia espontânea e convertendo em fidelização!

Branded content, compre essa ideia!

POR ANE MEIRA MANCIO

Já não está fácil vender um serviço de comunicação em dias como os nossos, imagine um serviço com um nome espinhento como branded content para quem não tem conhecimentos sobre a nossa área. Branded content é uma coisa nova no mercado e além do ineditismo, esse nome também assusta. Mas ao contrário do Chacrinha, viemos aqui para explicar, não para confundir. Acompanha aqui o movimento!

Cria dos tempos em que as redes sociais mobilizam os corações e as mentes, o branded content ou conteúdo de entretenimento (também conteúdo de marca ou entretenimento de marca) é uma estratégia de comunicação. Nela, é produzido material de divulgação com a intenção de melhorar o posicionamento da marca no mercado e transformar a visão do público sobre a empresa/ produto/ serviço oferecido.

O público recebe diversão e informação ao mesmo tempo. Com isso rola aquele encanto com a marca, gerando identificação e por sua vez, a interação, o tão sonhado engajamento. Ah, sim, no branded content é deixado bem claro que o material foi produzido por uma marca.

Esse material — que pode ser um vídeo, uma postagem nas redes sociais ou texto no jornal (ué, sim! Por quê não?) — deve ser relevante, útil. Pode conter humor, pode emocionar ou simplesmente pode trazer uma informação interessante. Porque ele não visa só fazer com que o consumidor compre o seu produto, mas a sua ideia. E essa ideia precisa ser envolvente, tem que ser bem boa!

Colo aqui acima o exemplo de branded content feito por mim para o Veleiros do Sul em 2015, publicado na Revista Donna. Um texto jornalístico criado para apresentar a Escola de Vela Minuano aos leitores, indicando a vela como aliado na educação dos pequenos.

Viu como é difícil só no nome? E a Drop Conteúdo pode fazer mais do que te explicar, a gente também pode te dar aquela força para fazer o seu recado chegar ao seu público com mais impacto e agilidade! Vamos trabalhar juntos?

Inbound marketing: a pesca efetiva

Por Tina Tönniges

 

Nos últimos anos, a comunicação institucional mudou muito. Migramos em massa do offline para o online e os motivos mais fortes são : o baixo custo, a velocidade de informações e a facilidade de organização. Tudo assim, muito rápido! Hoje, falamos muito em gestão de mídias sociais e o inbound marketing, também chamado de “novo marketing”, é o negócio da moda. Mas como será que isso funciona?

Vou explicar de uma forma bem simples: vou comparar o marketing à pesca. Antes, pescávamos de tarrafa, tentando carregar tudo que vinha do mar; hoje, nós pescamos de caniço. Antes, nem sempre o que vinha na tarrafa nos servia, era todo um esforço à toa. Hoje, a grande jogada é oferecer algo para o consumidor, uma boa isca, para uma pesca mais efetiva. Sabendo quem ele é, podemos oferecer a isca exata para o peixe que queremos pescar. É o despertar de um interesse específico que fará a diferença do negócio.

A ordem, hoje, é atrair, converter, vender e encantar. Mas de que forma despertamos esse interesse? Na minha opinião, a comunicação efetiva deve ser também afetiva. O aprendizado e a memória passam pelo sentir. Isso mesmo, o sentir! É o sentir que gera um relacionamento verdadeiro, cria o encantamento. E esse trabalho, robô nenhum conseguirá fazer. Há, sim, a necessidade de um olhar humano nessa relação, com um trabalho atencioso e dedicado às peculiaridades de cada negócio e de cada consumidor.
Ainda precisamos de gente fazendo a comunicação com gente, ufa!