Por Tina Tönniges
Nos últimos anos, a comunicação institucional mudou muito. Migramos em massa do offline para o online e os motivos mais fortes são : o baixo custo, a velocidade de informações e a facilidade de organização. Tudo assim, muito rápido! Hoje, falamos muito em gestão de mídias sociais e o inbound marketing, também chamado de “novo marketing”, é o negócio da moda. Mas como será que isso funciona?
Vou explicar de uma forma bem simples: vou comparar o marketing à pesca. Antes, pescávamos de tarrafa, tentando carregar tudo que vinha do mar; hoje, nós pescamos de caniço. Antes, nem sempre o que vinha na tarrafa nos servia, era todo um esforço à toa. Hoje, a grande jogada é oferecer algo para o consumidor, uma boa isca, para uma pesca mais efetiva. Sabendo quem ele é, podemos oferecer a isca exata para o peixe que queremos pescar. É o despertar de um interesse específico que fará a diferença do negócio.
A ordem, hoje, é atrair, converter, vender e encantar. Mas de que forma despertamos esse interesse? Na minha opinião, a comunicação efetiva deve ser também afetiva. O aprendizado e a memória passam pelo sentir. Isso mesmo, o sentir! É o sentir que gera um relacionamento verdadeiro, cria o encantamento. E esse trabalho, robô nenhum conseguirá fazer. Há, sim, a necessidade de um olhar humano nessa relação, com um trabalho atencioso e dedicado às peculiaridades de cada negócio e de cada consumidor.
Ainda precisamos de gente fazendo a comunicação com gente, ufa!


